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O curso inteligência artificial nas eleições da Unieducar capacita advogados, candidatos, assessores e servidores públicos sobre deepfakes, regulação eleitoral digital, compliance de campanhas e prova pericial baseada na Resolução TSE 23.732/2024, primeira norma mundial voltada ao uso de IA em processos eleitorais, com acesso online, certificado reconhecido e conteúdo atualizado para o ciclo eleitoral de 2026.
O avanço da inteligência artificial generativa transformou campanhas políticas, produção de conteúdo eleitoral e estratégias digitais de comunicação pública no Brasil. A publicação da Resolução TSE 23.732/2024 criou um novo cenário regulatório para candidatos, advogados eleitorais, jornalistas e profissionais envolvidos em propaganda eleitoral digital, impondo regras específicas sobre identificação de conteúdo sintético, deepfakes e uso de IA em campanhas.
O Curso de Inteligência Artificial nas Eleições da Unieducar apresenta fundamentos técnicos, jurídicos e estratégicos para atuação segura nesse ambiente regulatório. O programa aborda desde modelos generativos como GPT, Gemini e Claude até perícia digital, jurisprudência eleitoral, compliance de campanhas e produção de prova eletrônica em ações judiciais relacionadas à desinformação eleitoral.
Além da análise detalhada da Resolução TSE 23.732/2024, o conteúdo incorpora discussões sobre AI Act europeu, governança algorítmica, moderação de conteúdo e integridade eleitoral, preparando profissionais para o ciclo eleitoral de 2026. Para ampliar a formação jurídica complementar, o aluno também pode aprofundar os estudos com o Curso de Direito Eleitoral e Fake News, recomendado como trilha estratégica de atualização profissional.
Por Que Estudar IA nas Eleições Agora
O avanço da inteligência artificial nas campanhas eleitorais brasileiras criou um ambiente regulatório inédito, marcado pela Resolução TSE 23.732/2024, que obriga identificação de conteúdo sintético, proíbe deepfakes eleitorais e determina remoção rápida de propaganda irregular pelas plataformas digitais durante o período eleitoral.
O Brasil tornou-se a primeira democracia do mundo a estabelecer uma regulamentação eleitoral específica para inteligência artificial generativa em campanhas políticas. A norma do Tribunal Superior Eleitoral passou a exigir transparência algorítmica em materiais produzidos ou manipulados por IA, incluindo imagens, vídeos, áudios sintéticos e conteúdos automatizados utilizados em propaganda eleitoral digital.
A urgência do tema aumentou após o caso registrado na Eslováquia em 2023, considerado o primeiro deepfake eleitoral com impacto documentado sobre percepção pública em um pleito nacional. Áudios sintéticos disseminados poucos dias antes da votação demonstraram como ferramentas de IA generativa podem alterar narrativas políticas, ampliar desinformação eleitoral e comprometer a integridade do processo democrático.
Além da Resolução TSE 23.732/2024, o avanço do PL 2.338/2023 ampliou o debate sobre governança algorítmica, responsabilidade civil de plataformas digitais e auditoria de sistemas automatizados utilizados em contextos sensíveis. O cenário jurídico passou a exigir domínio técnico sobre manipulação audiovisual, moderação de conteúdo, perícia digital e estratégias de compliance eleitoral voltadas ao uso seguro de tecnologias de IA em campanhas políticas.
| Marco Regulatório | Impacto nas Eleições |
|---|---|
| Resolução TSE 23.732/2024 | Obrigatoriedade de identificação de conteúdo gerado por IA |
| Proibição de Deepfakes | Vedação de manipulação sintética enganosa em propaganda eleitoral |
| PL 2.338/2023 | Estrutura nacional de governança e responsabilidade em IA |
| AI Act Europeu | Referência internacional para regulação algorítmica |
Para advogados eleitorais, candidatos, assessores políticos e servidores públicos, compreender esse novo ecossistema regulatório tornou-se uma necessidade operacional e estratégica. O desconhecimento das regras relacionadas à inteligência artificial eleitoral pode gerar responsabilização jurídica, remoção de campanhas digitais, aplicação de sanções e até discussões sobre abuso do poder de comunicação em processos eleitorais futuros.
Para Quem É o Curso
O curso inteligência artificial nas eleições foi desenvolvido para profissionais que atuam com campanhas políticas, regulação eleitoral digital, comunicação pública e produção de prova eletrônica, especialmente diante das novas exigências impostas pela Resolução TSE 23.732/2024 para o ciclo eleitoral de 2026.
Advogados eleitorais formam um dos principais públicos do programa, principalmente aqueles que atuam em representações eleitorais, ações de investigação judicial eleitoral, impugnações e demandas relacionadas à propaganda eleitoral digital. O conteúdo fornece base técnica sobre deepfakes, perícia digital, síntese de voz artificial e manipulação audiovisual, ampliando a capacidade de atuação jurídica em litígios envolvendo inteligência artificial generativa.
Candidatos, pré-candidatos e assessores de comunicação política também encontram aplicação prática imediata no curso. As aulas demonstram como estruturar campanhas em conformidade com regras de transparência algorítmica, identificação de conteúdo sintético e compliance eleitoral, reduzindo riscos relacionados à remoção de propaganda, responsabilização jurídica e acusações de abuso do poder de comunicação.
O conteúdo ainda atende jornalistas políticos, analistas de mídia, profissionais de marketing eleitoral e gestores de redes sociais responsáveis por monitoramento digital de campanhas. O crescimento de deepfakes eleitorais e estratégias automatizadas de desinformação aumentou a demanda por profissionais capazes de identificar manipulações sintéticas, contextualizar riscos regulatórios e interpretar evidências digitais em ambientes de alta polarização política.
- Advogados eleitorais: atuação em AIJE, representações e perícia digital
- Candidatos e assessores: compliance eleitoral e comunicação digital segura
- Jornalistas políticos: identificação de deepfakes e desinformação eleitoral
- Servidores públicos: aplicação prática da regulação eleitoral digital
- Analistas de mídia: monitoramento de propaganda e conteúdo sintético
Servidores do Tribunal Superior Eleitoral, Tribunais Regionais Eleitorais, Ministério Público Eleitoral e órgãos públicos ligados à fiscalização também podem utilizar a formação como atualização técnica sobre governança algorítmica, auditoria digital e integridade eleitoral. O curso não exige conhecimento prévio em programação ou ciência de dados, permitindo que profissionais jurídicos e administrativos compreendam os fundamentos da inteligência artificial aplicada ao ambiente eleitoral.
Ementa Completa
O curso inteligência artificial nas eleições é estruturado em seis módulos sequenciais que abordam IA generativa, deepfakes eleitorais, compliance de campanhas, prova digital, jurisprudência do TSE e estratégias jurídicas aplicadas à Resolução TSE 23.732/2024 no contexto das eleições brasileiras de 2026.
O primeiro módulo apresenta os fundamentos técnicos da inteligência artificial generativa aplicada à comunicação política e ao ambiente eleitoral. Os alunos compreendem como funcionam modelos como GPT, Gemini, Claude e Midjourney, além de conceitos relacionados à síntese de voz artificial, manipulação audiovisual, automação de conteúdo e geração sintética de imagens utilizadas em campanhas políticas digitais.
Na sequência, o curso aprofunda a interpretação jurídica da Resolução TSE 23.732/2024, analisando obrigações de transparência, identificação obrigatória de conteúdo gerado por IA, vedação de deepfakes eleitorais e responsabilidade das plataformas digitais. O conteúdo também explora jurisprudência eleitoral emergente, abuso do poder de comunicação e impactos regulatórios sobre propaganda política automatizada.
Os módulos intermediários concentram-se em perícia digital, identificação de deepfakes e produção de prova eletrônica para ações eleitorais. Os participantes aprendem indicadores técnicos de manipulação sintética, métodos de auditoria digital, elaboração de laudos periciais e estratégias processuais voltadas à instrução de representações eleitorais, AIJEs e RCEDs envolvendo desinformação eleitoral e conteúdo manipulado por inteligência artificial.
| Módulo | Conteúdo Principal |
|---|---|
| Fundamentos de IA Generativa | GPT, Gemini, Claude, deepfakes e síntese digital |
| Resolução TSE 23.732/2024 | Regulação eleitoral e obrigações legais |
| Deepfakes e Perícia Digital | Detecção, auditoria e prova eletrônica |
| Crimes Eleitorais Digitais | Abuso do poder de comunicação e jurisprudência |
| Estratégia Forense | Atuação prática em ações eleitorais |
| Compliance Eleitoral em IA | Governança algorítmica e gestão de risco |
Os módulos finais abordam estratégia forense e compliance eleitoral em inteligência artificial, incluindo elaboração de contratos com fornecedores de IA, políticas de governança algorítmica, gestão de risco reputacional e adequação jurídica de campanhas digitais. A proposta do programa é integrar conhecimento técnico, jurídico e operacional para atuação segura em um cenário eleitoral cada vez mais influenciado por sistemas automatizados e tecnologias generativas.
Fundamentos de IA Generativa para o Direito Eleitoral
O módulo de fundamentos de IA generativa apresenta os principais modelos utilizados em comunicação digital e campanhas políticas, incluindo GPT, Gemini, Claude e Midjourney, contextualizando aplicações práticas, riscos regulatórios e impactos da automação sobre a propaganda eleitoral brasileira.
A formação inicia pela compreensão técnica dos sistemas de inteligência artificial generativa, explicando como modelos de linguagem e ferramentas multimodais produzem textos, imagens, vídeos e áudios sintéticos. O conteúdo foi estruturado para profissionais do direito, comunicação e gestão pública, dispensando conhecimento prévio em programação, ciência de dados ou engenharia de software.
Os participantes aprendem conceitos essenciais relacionados à geração automatizada de conteúdo, treinamento de modelos, síntese de voz artificial, criação de imagens sintéticas e manipulação audiovisual baseada em IA. O módulo também demonstra como tecnologias generativas passaram a ser utilizadas em campanhas políticas para produção de peças publicitárias, segmentação de mensagens e automação de comunicação eleitoral digital.
Outro eixo importante envolve a identificação de deepfakes eleitorais e os impactos da desinformação produzida por inteligência artificial sobre integridade eleitoral, reputação pública e percepção do eleitorado. São apresentados indicadores técnicos de manipulação sintética, inconsistências biométricas, alterações faciais automatizadas e mecanismos utilizados para disseminação coordenada de conteúdo enganoso em plataformas digitais.
- Modelos generativos: GPT, Gemini, Claude e ferramentas multimodais
- Deepfakes: criação, funcionamento e riscos eleitorais
- IA aplicada à política: automação de campanhas e propaganda digital
- Desinformação eleitoral: impactos jurídicos e operacionais
- Análise técnica: identificação de manipulação audiovisual sintética
Além da base técnica, o módulo conecta inteligência artificial generativa às exigências jurídicas da Resolução TSE 23.732/2024, permitindo que advogados, assessores políticos e servidores públicos compreendam os limites regulatórios aplicáveis ao uso de sistemas automatizados em campanhas. O objetivo é fornecer vocabulário técnico e capacidade analítica para atuação prática em um ambiente eleitoral cada vez mais influenciado por tecnologias de IA.
Regulação Eleitoral e Deepfakes
A regulamentação eleitoral brasileira passou a incorporar regras específicas sobre inteligência artificial após a publicação da Resolução TSE 23.732/2024, que proibiu deepfakes eleitorais e estabeleceu exigências de transparência para conteúdos produzidos ou manipulados por sistemas automatizados em campanhas políticas.
O módulo dedicado à regulação eleitoral aprofunda a análise jurídica da resolução do Tribunal Superior Eleitoral, abordando obrigações relacionadas à identificação de conteúdo sintético, responsabilidade de campanhas digitais e deveres das plataformas quanto à remoção de material irregular. Os participantes compreendem como a norma alterou estratégias de propaganda eleitoral digital e ampliou riscos jurídicos associados ao uso inadequado de IA generativa.
O conteúdo também explora os impactos jurídicos dos deepfakes eleitorais, incluindo manipulação de voz, alteração facial sintética e fabricação automatizada de vídeos falsos utilizados para desinformação política. São estudados casos internacionais relevantes, como o episódio da Eslováquia em 2023, considerado um marco global no uso de conteúdo sintético com impacto documentado sobre percepção pública durante período eleitoral.
Outro ponto central envolve abuso do poder de comunicação e responsabilização decorrente da circulação de propaganda manipulada por inteligência artificial. O curso demonstra como a utilização indevida de sistemas automatizados pode gerar ações eleitorais, cassação de mandato, remoção compulsória de conteúdo e produção de prova digital em processos conduzidos pelo TSE e pelos Tribunais Regionais Eleitorais.
- Resolução TSE 23.732/2024: obrigações e limites legais para IA eleitoral
- Deepfakes eleitorais: vedação de manipulação audiovisual enganosa
- Propaganda digital: transparência e identificação de conteúdo sintético
- Responsabilidade jurídica: campanhas, plataformas e fornecedores de IA
- Jurisprudência eleitoral: impactos processuais e sanções aplicáveis
Além da legislação brasileira, o módulo estabelece comparações com o AI Act europeu e iniciativas regulatórias norte-americanas voltadas à governança algorítmica e integridade eleitoral. A proposta é permitir que advogados, jornalistas, candidatos e assessores compreendam tendências regulatórias internacionais e desenvolvam estratégias preventivas de compliance eleitoral diante do avanço da inteligência artificial nas democracias contemporâneas.
Estratégia Forense e Compliance Eleitoral em IA
O módulo de estratégia forense e compliance eleitoral demonstra como campanhas, advogados e servidores públicos podem estruturar atuação jurídica preventiva diante do uso crescente de inteligência artificial, deepfakes e automação digital em propaganda política nas eleições brasileiras de 2026.
Os participantes aprendem como produzir, preservar e apresentar prova digital relacionada à manipulação sintética de conteúdo eleitoral. O curso aborda coleta de evidências eletrônicas, rastreamento de origem de arquivos, validação de autenticidade, cadeia de custódia digital e elaboração de laudos técnicos utilizados em representações eleitorais, AIJEs e ações envolvendo abuso do poder de comunicação.
A formação também detalha métodos de auditoria digital aplicados à identificação de deepfakes eleitorais e conteúdos produzidos por inteligência artificial generativa. São analisados elementos biométricos inconsistentes, padrões artificiais de voz, alterações faciais automatizadas e indicadores técnicos relevantes para perícia digital em vídeos, imagens e materiais de propaganda disseminados em redes sociais e plataformas digitais.
No eixo de compliance eleitoral, o módulo apresenta estratégias para adequação jurídica de campanhas políticas que utilizam ferramentas automatizadas de comunicação, produção de conteúdo e segmentação digital. Os alunos compreendem como estruturar políticas internas de governança algorítmica, transparência de conteúdo sintético, monitoramento reputacional e gestão de risco regulatório diante das exigências impostas pela Resolução TSE 23.732/2024.
- Prova digital: coleta, preservação e validação de evidências eletrônicas
- Perícia em deepfakes: identificação de manipulação audiovisual sintética
- Compliance eleitoral: adequação jurídica de campanhas digitais
- Governança algorítmica: políticas internas e controle de risco
- Estratégia processual: atuação prática em AIJE, RCED e representações
O conteúdo integra fundamentos técnicos, análise regulatória e aplicação prática para que profissionais consigam atuar preventivamente em um ambiente eleitoral cada vez mais influenciado por inteligência artificial. A proposta é preparar campanhas, escritórios jurídicos e órgãos públicos para responder rapidamente a incidentes envolvendo desinformação eleitoral, conteúdo sintético e disputas relacionadas à integridade digital do processo democrático.
Metodologia e Certificado
O curso inteligência artificial nas eleições é oferecido em modalidade EAD assíncrona, com acesso online permanente, videoaulas especializadas, materiais complementares e avaliação prática voltada à aplicação da Resolução TSE 23.732/2024 em campanhas políticas, compliance eleitoral e produção de prova digital.
A metodologia foi estruturada para permitir flexibilidade de estudo a profissionais do direito, servidores públicos, assessores políticos e especialistas em comunicação digital que precisam conciliar atualização técnica com rotina profissional. O ambiente virtual permanece disponível vinte e quatro horas por dia, possibilitando acesso às aulas, exercícios e materiais jurídicos em computador, tablet ou dispositivos móveis.
Além das videoaulas, os participantes recebem conteúdos complementares voltados à prática profissional, incluindo textos legais, análise de jurisprudência eleitoral, estudos de caso, referências sobre governança algorítmica e modelos aplicáveis à atuação em demandas envolvendo inteligência artificial e propaganda eleitoral digital. O curso também incorpora exercícios relacionados à identificação de deepfakes, perícia digital e interpretação prática da regulamentação eleitoral brasileira.
A avaliação final possui caráter dissertativo e operacional, normalmente baseada em análise de caso concreto, elaboração de estratégia jurídica ou produção de peça processual relacionada à inteligência artificial eleitoral. O modelo busca desenvolver capacidade analítica aplicada à atuação em representações eleitorais, auditoria digital, compliance de campanhas e gerenciamento de risco regulatório em ambientes políticos digitalizados.
| Característica | Detalhes |
|---|---|
| Modalidade | EAD assíncrono |
| Acesso | Disponível 24 horas por dia |
| Certificação | Emitida pela Unieducar |
| Avaliação | Dissertativa e prática |
| Nota mínima | 70% |
| Público | Advogados, assessores, candidatos e servidores |
O certificado emitido pela Unieducar possui validação institucional e pode ser utilizado em programas de capacitação profissional, PDPs do serviço público e atividades de educação continuada, conforme regulamentações aplicáveis. A certificação reforça a atualização técnica em um dos temas mais relevantes do cenário eleitoral contemporâneo, marcado pela expansão da inteligência artificial, da desinformação digital e da necessidade crescente de conformidade regulatória nas campanhas políticas.
Diferencial deste Curso
O curso inteligência artificial nas eleições diferencia-se por integrar fundamentos técnicos de IA generativa, regulação eleitoral digital, estratégia processual e compliance de campanhas em um único programa especializado, atualizado conforme a Resolução TSE 23.732/2024 e as projeções regulatórias para as eleições de 2026.
A maior parte das capacitações disponíveis no mercado aborda inteligência artificial de maneira genérica ou limita-se à teoria tradicional do direito eleitoral. Este programa foi estruturado especificamente para a interseção entre tecnologia generativa, propaganda eleitoral digital e responsabilização jurídica em ambientes políticos influenciados por sistemas automatizados e desinformação sintética.
O conteúdo combina linguagem acessível para profissionais não técnicos com aprofundamento suficiente para aplicação prática em campanhas políticas, assessorias jurídicas, fiscalização eleitoral e produção de prova digital. A proposta pedagógica permite que advogados, candidatos, jornalistas e servidores públicos compreendam tanto o funcionamento operacional das ferramentas de IA quanto seus impactos regulatórios e processuais.
Outro diferencial relevante está na abordagem multidisciplinar do programa. As aulas articulam inteligência artificial generativa, governança algorítmica, auditoria digital, jurisprudência eleitoral, moderação de conteúdo e integridade democrática, criando uma formação alinhada às transformações recentes do ecossistema eleitoral brasileiro e internacional. O curso também contextualiza tendências regulatórias globais, incluindo referências ao AI Act europeu e às discussões sobre responsabilidade algorítmica em plataformas digitais.
- Especialização temática: foco exclusivo em IA aplicada às eleições
- Atualização regulatória: conteúdo alinhado à Resolução TSE 23.732/2024
- Abordagem prática: estratégia processual, perícia e compliance eleitoral
- Visão multidisciplinar: integração entre tecnologia, direito e comunicação política
- Aplicação profissional: preparação para campanhas e atuação jurídica em 2026
A formação também se destaca pela conexão entre atualização técnica e aplicabilidade imediata no ambiente profissional. O avanço dos deepfakes eleitorais, da propaganda automatizada e das exigências de transparência algorítmica aumentou a necessidade de profissionais preparados para atuar em cenários de alto risco reputacional e regulatório. Nesse contexto, o curso oferece capacitação estratégica para quem busca segurança jurídica, atualização institucional e domínio operacional sobre inteligência artificial aplicada ao processo eleitoral.
Como Se Inscrever
As inscrições para o curso inteligência artificial nas eleições são realizadas diretamente pela plataforma da Unieducar, com acesso online imediato após confirmação do pagamento, disponibilidade integral do ambiente virtual e flexibilidade para iniciar os estudos conforme a rotina profissional do aluno.
O processo de matrícula foi estruturado para permitir ingresso contínuo, sem necessidade de aguardar formação de turmas ou calendários fixos de abertura. Após a confirmação da inscrição, o participante recebe acesso automático às videoaulas, materiais complementares, estudos de caso, conteúdos jurídicos e módulos relacionados à inteligência artificial aplicada ao ambiente eleitoral.
A modalidade EAD assíncrona possibilita que advogados eleitorais, assessores políticos, candidatos, jornalistas e servidores públicos organizem os estudos conforme disponibilidade pessoal e objetivos profissionais. O aluno pode revisar as aulas em diferentes dispositivos, acompanhar atualizações regulatórias e aprofundar conteúdos sobre deepfakes eleitorais, compliance digital, governança algorítmica e estratégia processual em qualquer horário.
Outro diferencial importante está na flexibilidade da trilha formativa oferecida pela Unieducar. Profissionais que desejam ampliar o domínio sobre propaganda eleitoral digital, desinformação e regulação tecnológica podem complementar a formação posteriormente com cursos voltados a fake news, inteligência artificial generativa e atualização jurídica especializada aplicada ao setor público e ao sistema eleitoral.
| Etapa | Funcionamento |
|---|---|
| Inscrição | Realizada online pela plataforma da Unieducar |
| Pagamento | À vista ou parcelado |
| Liberação do acesso | Imediata após confirmação |
| Formato | EAD assíncrono |
| Disponibilidade | Acesso online 24 horas |
| Início das aulas | Imediato, sem turma fixa |
O modelo de acesso contínuo permite atualização rápida diante das transformações regulatórias relacionadas à inteligência artificial nas eleições brasileiras. Para profissionais que atuam em campanhas políticas, órgãos públicos, escritórios jurídicos ou monitoramento eleitoral digital, iniciar a capacitação antes do ciclo eleitoral de 2026 representa vantagem estratégica para adaptação às novas exigências do Tribunal Superior Eleitoral e aos desafios associados à desinformação sintética.
Perguntas frequentes sobre curso inteligência artificial nas eleições
Preciso ter formação em direito para fazer o curso?
Não. O curso foi desenvolvido principalmente para advogados eleitorais, mas também atende assessores políticos, jornalistas, candidatos, servidores públicos e profissionais de comunicação digital. Os fundamentos técnicos e jurídicos são apresentados de forma acessível, permitindo acompanhamento mesmo sem experiência prévia em inteligência artificial ou legislação eleitoral.
O curso aborda deepfakes e desinformação eleitoral na prática?
Sim. A formação inclui análise prática de deepfakes eleitorais, identificação de manipulação audiovisual sintética, perícia digital, auditoria de conteúdo e estratégias de enfrentamento à desinformação produzida por inteligência artificial generativa em campanhas políticas e ambientes digitais.
O certificado possui validade para capacitação profissional?
Sim. O certificado emitido pela Unieducar pode ser utilizado em programas de capacitação, atualização profissional e desenvolvimento funcional, incluindo atividades relacionadas ao serviço público, educação continuada e qualificação técnica em regulação eleitoral digital e inteligência artificial aplicada ao setor público.
O curso explica a Resolução TSE 23.732/2024 artigo por artigo?
Sim. Um dos módulos realiza análise detalhada da Resolução TSE 23.732/2024, abordando identificação obrigatória de conteúdo gerado por IA, vedação de deepfakes eleitorais, responsabilidade de plataformas digitais e impactos jurídicos da propaganda eleitoral automatizada no ciclo eleitoral de 2026.
Existe necessidade de conhecimento técnico em programação ou ciência de dados?
Não. O conteúdo foi estruturado para profissionais do direito, comunicação política e administração pública, utilizando linguagem didática e contextualizada. Os conceitos técnicos sobre inteligência artificial generativa, modelos de linguagem e manipulação sintética são explicados sem aprofundamento matemático ou programação.
O curso aborda regulamentações internacionais sobre inteligência artificial?
Sim. Além da legislação eleitoral brasileira, o programa contextualiza tendências regulatórias internacionais, incluindo o AI Act europeu e debates sobre governança algorítmica, transparência digital e responsabilidade de plataformas em ambientes eleitorais influenciados por sistemas automatizados.
Como funciona o acesso às aulas e materiais complementares?
O curso é disponibilizado em ambiente EAD assíncrono com acesso online contínuo, permitindo que o aluno assista às aulas no próprio ritmo. A plataforma inclui videoaulas, materiais jurídicos, estudos de caso, conteúdos sobre compliance eleitoral e exercícios relacionados à perícia digital e propaganda eleitoral digital.
O conteúdo será atualizado para as eleições de 2026?
Sim. O curso foi estruturado considerando o cenário regulatório projetado para as eleições de 2026, incluindo evolução jurisprudencial do Tribunal Superior Eleitoral, mudanças em governança algorítmica, novas práticas de propaganda digital e impactos jurídicos da inteligência artificial nas campanhas políticas.

